quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Estava conversando com uma amiga sobre o amor e sobre o passado,  quando me peguei sorrindo e feliz da vida..
Como eu posso ter tido a capacidade de ter passado tantos anos com o mesmo sentimento, vivendo em vidas diferentes, idealizando uma pessoa que talvez não fosse, e não era; aquela. Ah, mas que delicia era sonhar, era chorar e era querer, perturbador era sentir na pele a doce sensação de não poder ter e não querer ter, e mesmo assim querer tanto, isso é a lembrança daquela tarde, na frente do lago, com os braços cruzados, essa é a melhor e maior lembrança de que  o primeiro amor nunca morre.. E mesmo  hoje quando olho suas fotos, ainda consigo sentir bem no fundo uma coisa indescritível,  e quase poder descrever; Existe realmente um período de muita descoberta na vida, e talvez o período dessa descoberta quando não acaba em decepção acaba ou não em uma lembrança quase inesquecível.

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